ATELIÊ ALESSANDRA DUARTE 

Idealizado por um grupo de artistas em abril de 2018, o Roteiro de Ateliês  é um coletivo que promove o acesso à arte contemporânea e seus processos, a articulação em rede e a aproximação de novos públicos, criando caminhos para a arte.
 

Realiza um mapeamento continuo de ateliês da cidade de São Paulo, de forma colaborativa e independente.

O PORTAS ABERTAS é o principal evento, os artistas de diferentes regiões da cidade abrem as portas de seus ateliês para compartilhar seu processo criativo, sua produção e seu espaço de trabalho. Em 2020 , para continuarmos a proposta, ações como Janelas Abertas e Câmeras Abertas foram criadas. 

A partir do mapeamento, caminhos se abrem para que outras relações se estabeleçam, criando novas possibilidades para os artistas, para os visitantes e para o  campo da arte. 

 
 

   SAIBA MAIS SOBRE O PROJETO  

      O QUE FALAM DO ROTEIRO     

Atelier Transe durante III Portas Abertas do Roteiro de Ateliês

"A iniciativa do Roteiro de Atelies é extremamente rica e necessária na comunidade de artes brasileira. Precisamos de propostas que prezem pelo afeto e troca por meio da comunicação entre os artistas que habitam São Paulo. Achamos a organização primorosa e muito clara em tudo que movimentou o evento. Estão todos de extremo parabéns!"

Marcelo Prudente - Atelier Transe

ATELIER TRANSE

"Foi muito gratificante participar desse grande movimento de artistas."


Ninetta Rabner, artista mapeada

“Eu amei . Foi como se eu tivesse fazendo um tour artístico. Tenho certeza que essa iniciativa abriu margens para novas possibilidades e novas fronteiras. Parabéns a todos os envolvidos.” 

Mara de Sá, visitante do II Portas Abertas

Ateliê de Ana Paula Oliveira, Roteiro de Ateliês, São Paulo

 ATELIÊ ANA PAULA OLIVEIRA 

"Adoro notar a influência do bairro na produção de cada artista. Quando visitamos o ateliê de Ana Paula Oliveira, ficou muito clara a importância de trabalhar ali, onde os insetos são enormes e trocam de carcaça. No centro, que me lembre, vemos baratas e pernilongos. E fico sem saber se escolheu o lugar por conta de seu trabalho, ou se foi o lugar a influenciar suas pesquisas. É mais provável  que seja uma mistura dos dois.

O ateliê de Lia Nasser é outro exemplo disso. Imersa em um pedaço de floresta que sobrevive em meio à cidade, Lia tem trabalhado cada vez mais com os ciclos que pode observar diariamente. O crescimento das plantas, o movimentos da luz. 

Luisa Meyer tem um jardim de amoreiras em seu ateliê. Para colher as amoras e fazer geléia, precisou usar tecidos, e, é claro, virou trabalho. Luisa leva estes tecidos, lindamente tingidos pelo acaso, para ocupar outros ateliês vizinhos.

No último Portas Abertas, um visitante me fez notar como as cores do meu trabalho eram as mesmas cores de meu ateliê. Nunca tinha me dado conta. Sabia ter incluído 2 novas cores em minha paleta, mas ainda não sabia ao certo de onde vinham. Essa é uma das delícias de abrir as portas:

Ver nosso próprio trabalho com novos olhos."

Adriana Affortunati

outubro 2019